Humor no cabide: Highly Sensitive

    Inspire-se com esse look ouvindo: look13

Voltei com os looks, já não cabia saudade no meu peito, de fotografar e trazer meu estilo pra vocês, dividir as minhas inspirações. Dessa vez, inspirada nos anos 60, com um toque floral pra combinar com todo o universo do Vanilla Bloom. Investi na meia 3/4 branca, e confesso que foi a primeira vez que as usei, sempre prefiro as pretas. Mas amei, me apaixonei e descobri que tentar pode ser bom demais, pode me fazer descobrir que nem sempre o que traz segurança é válido. É preciso arriscar, sair do lugar comum, sair com aquele frio na barriga do tipo: será que pareço estranha? E olha, vou te contar um segredo: não importa se entenderão ou não sua forma de se vestir, que na verdade nada mais é do que sua forma de expressar sua alma, o que importa é você sair por aí feliz da vida, com uma segurança enorme de que o mundo está vendo seu verdadeiro eu.

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E aí, gostaram, meus amores? Prometo prometido de dedinho que não vou ficar mais uma década sem aparecer com looks pra inspirar vocês, ok? Espero que tenham se inspirado muito com esse, e que arrisquem usarem o que tiverem vontade, só pelo prazer de sair de casa sorrindo por se sentir bem. ❤

rebecachaves

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Nail art: Falling in love

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Não, não estou apaixonada. Mas me apaixonei loucamente por essa nail art enquanto fuçava na internet e é claro que pedi pra Jana tentar fazer na minha unha. E claro que ela conseguiu e arrasou mais uma vez! Passamos um vermelho da Dote nas outras unhas (não lembro o nome do esmalte, meninas), e na filha única pintamos de cinza, fizemos a listra em branco e depois que secou fizemos o coração por cima. Espero que inspirem vocês a fazer lindas nail arts românticas, meus amores. ❤

 

Escolha ser feliz

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Os dias nublados me causam dor, sinto muito em dias cinzas. Tempestade me faz querer ficar aqui, dentro de mim, calada enquanto espero passar. Dá aquela vontade de fugir do mundo, de si mesma e de todos os problemas que ambos te causam. E vamos ser sinceros: dias cinzas sempre chegam entre um ensolarado e outro. A tempestade é quase certa, uma certeza que não se sabe quando mas chegará e aí, meu bem, é preciso estar pronto. Passei tempo demais trancada com as janelas fechadas quando o céu insistia em rugir, e a cor era escura demais pra me fazer sorrir. Tempo demais me escondendo daquilo que me dava medo, esperando a tempestade ir embora. Hoje eu abro a janela. Aprendi que a felicidade é uma escolha, que precisa ser feita todos os dias ao amanhecer. Ao contrário do que pareça em muitos momentos da vida, como quando tudo está dando errado de uma maneira quase inexplicável, nós podemos sim ser donos do nosso próprio sentimento. Sofrer é consequência mas temos o poder de escolher o que vai nos derrubar. Hoje eu vivo um dia por vez, que é pra aproveitar intensamente cada um. O amanhã pra mim não existe, é surpresa e eu sempre espero que seja das boas. E se o amanhã vier como uma daquelas surpresas terríveis que te deixam com a cara no chão e te fazem querer fugir pro Alasca, respira fundo, lembra que problemas todo mundo tem de monte por aí mas isso não impede de ter esperança e de continuar acreditando na verdade mais simples da vida: tudo passa! E passa mesmo, viu? Pode demorar, mas passa sim. Os pequenos momentos bons que temos no dia a dia nos fazem aos poucos deixar o coração em paz, e tudo que é ruim vai sumindo, fica pra mais tarde, até não termos mais tempo pra eles. Escolher ser feliz é imprescindível ao acordar. Olhar pela janela, sentir o vento e soprar junto a ele: hoje será melhor que ontem. Hoje eu escolho ser feliz, porque simplesmente não há outra opção. Aprendi socando muito minha cara por aí e ferindo muito meu coração que a vida é boa com a gente quando nos abrimos e nos entregamos pra ela, sem medos, sem planos, sem preocupações. Escolha ser feliz, hoje, amanhã e sempre.

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A doçura do som de Kate Nash

Uma outra vontade que sempre quis foi trazer mais música pro blogue, já que euzinha aqui sou completamente alucinada por música e não passo um dia sem ouvir nadinha, sabem? Por isso vamos começar a ter muitos vídeos e playlists por aqui, prometo! Para começar, vim apresentar para vocês uma nova descoberta. Em um belo dia desses em que estava ouvindo música no Rdio (aliás, quero falar dele um post em breve, porque foi a melhor coisa que me aconteceu em 2014, gente.) e descobri Kate Nash. A princípio havia me apaixonado apenas pela capa do cd e decedi ouvir as músicas para ver se eram tão fofas quanto, e para minha surpresa, eram. Kate é inglesa, tem uma voz deliciosa de ouvir, bem parecida com a Lilly Allen, que aliás foi quem mostrou ao mundo a Kate Nash quando colocou-a no My Space. Hoje ela é bem comparada com a Lilly não só pela voz, mas por ter letras irônicas e humorísticas também. 

Selecionei os 5 melhores e mais fofos clipes da Kate Nash pra vocês verem, e olha, são fontes de inspirações. São todos coloridos, com ótimas referências de moda, make e outras fofurices que a gente adora. Bora conhecer? 

E aí, o que acharam dos clipes? Curtiram o som da Kate? No Rdio você conhece essa e muitas outras músicas dessa inglesa com uma voz incrível. Vale a pena o clique, galera. 

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Na minha própria companhia

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Tarefa difícil ser sozinha, ser por si só, aturar a própria presença e ainda aprender a conviver numa boa com ela. Logo eu, tão teimosa, chata, implicante, impaciente, que quer tudo na hora e não sabe de forma alguma esperar de braço cruzado. Logo eu que choro se gritam comigo, que choro na realidade por qualquer pequena besteira do dia, que choro pra limpar a alma. Logo eu que não me canso de amar, de me jogar, de me estapear e de ainda assim tentar. Logo eu tão complicada me vi em minha própria presença, éramos só eu e eu mesma, não tinha pra onde correr e juro, deu medo. Deu medo de não suportar, de querer me reclusar do mundo, de fugir pra China, de querer me jogar de um penhasco, mas vejam só, tá tudo tão bem. Aprendi que sou minha melhor companhia, que haviam partes de mim que eu ainda não conhecia. Nos apresentamos, nos aceitamos e me sinto mais inteira. E digo à vocês: não há nada melhor que se assumir, que ser honesta e sincera com si mesmo antes de correr pra abraçar o mundo. Os braços são curtos demais quando a gente ainda não sabe nada da gente mesmo. É impossível compreender quem está ao seu redor quando ainda não se compreendeu, quando ainda não aprendeu a lidar com seu próprio eu, quando ainda se tem medo de se conhecer e perceber que haviam coisas sobre você que te eram desconhecidas. Hoje eu sou mais eu, com a minha franja que está me fazendo sorrir todos os dias, com a minha marca de nascença no braço esquerdo, com a minha miopia de 3 graus, com os meus dentes de coelho, com a minha mania de falar alto demais, com os meus escândalos (não sei ser discreta pra nada na vida), com o meu vício no chocolate que um dia ainda vai me deixar obesa, com a minha complicação, com a minha vontade de ser feliz, de realizar meus sonhos e com a coragem de dizer que me amo e que estou disposta a conhecer o mundo ao lado de mim mesma. Quem quiser vir também que me acompanhe e me aceite assim, do jeito que sou. 

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Humor no cabide: Sol que re-nasce

DSC07754Nascer, renascer, quantas vezes for preciso. O sol raiou, dentro e fora de mim. Iluminou, clareou, me reascendeu. Voltei pra mim, pro meu aconchego, pra minha alma, pro que me inspira, pro que me motiva e olha, vou confessar que estou mesmo é com vontade de voar longe. Não me levem à maneira literal, quero ir além do que vejo, além dos bloqueios que a vida – ou eu mesma – crio pra mim todos os dias. Quero provar que posso chegar, quero provar pra mim mesma que sou capaz de ser quem eu quiser, de fazer tudo que meu ser anseia. Hoje o sol nasceu e eu renasci com ele, demos as mãos e não nos largaremos tão cedo. Mesmo que os dias cinzas cheguem, eu ainda estarei radiante. paleta de cores 1

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Passeio radiante com o irmão mais lindo do mundo pede look confortável e leve. E assim se fez. Shorts florido bem larguinho (no estilo shorts de boxe, sabem?), uma blusinha com renda vermelha que virou cropped pra ficar mais feminino e sapatilha nos pés que é pra não cansar. Nada sufocando, liberdade é o que há. Franjas na cabeça, na bolsa e vamos viver que a vida não espera por ninguém. Voar, voar e voar. 

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E aí, gostaram do look, das fotos, dessa minha nova fase? Espero mesmo que estejam curtindo tudo, porque tenho me esforçado muito pra deixar tudo cada vez melhor pra vocês. Comentem pra me incentivar, tá? ❤ 

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Resenha: Não se apega, não! – Isabella Freitas

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Finalmente consegui começar a realizar esse sonho antigo de trazer resenhas pro blog. Queria antes de qualquer coisa me desculpas pelo ritmo lento dos posts, mas é que voltei agora e ainda estou me organizando pra deixar os posts mais legais e com conteúdos cada vez mais autênticos. Enfim, vamos então a resenha, meus amores. 

“Desapegar: remover da sua vida tudo que torne seu coração mais pesado.”

Esse é o lema que a Isabella traz no livro. Entre relatos de experiências de uma possível personagem fictícia (ou nem tanto, já que o nome da personagem é Isabella também, o que me faz pensar que tem muito da vida da própria autora nas histórias) e muitos conselhos no estilo auto ajuda, o livro nos abre os olhos para o verdadeiro sentido de amar e principalmente de desapegar. A leitura é fácil, vai te levando sem que você perceba porque tudo parece uma daquelas belas conversas íntimas que você tem com a sua melhor amiga que é mais madura que você. Foi assim que me senti, uma amiga da Bela que estava precisando ouvir (no caso, ler) cada palavra contida nessa obra prima, que aliás deveria ser obrigatória pra toda mulher. 

“Pra sempre é tudo aquilo que você vive por um período, pode ser apenas alguns segundos, mas que se eterniza na sua mente. Você pode ser “pra sempre” com alguém – mesmo que de modo passageiro.”

O livro contém 254 páginas, amareladas, cheirosas e sem letras espremidas o que torna a leitura mil vezes mas agradável, em minha singela opinião. A fonte dos capítulos é encantadora, e aliás, os nomes dos capítulos também são incríveis, dignos de serem citações. E o bacana também é que no fim de cada capítulo vem um balãozinho com uma citação dentro, como se fosse uma mensagem da Isa pra nós leitoras. Incrível e inspiradoras, por mais simples que sejam, é uma forma de desabafo mesmo sobre o que ela contou no capítulo. 

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“E mesmo que o céu esteja desmoronando sobre nossas cabeças, ainda estaremos em meio às estrelas.”

Você começa lendo e já se identifica, porque afinal de contas, todas nós já passamos por algum sufoco na vida quando falamos do tal amor. E aí você continua lendo, e começa a rir, depois sente vontade de chorar, depois quer abraçar a Isa, depois quer conversar com ela, e acaba querendo agradece-la por tudo que ela te fez enxergar, por ela ter tratado o desapego da forma mais sincera, de uma forma diferente da que todos pensam. Desapegar é bom, faz bem pra alma, e não quer dizer ser ausente de sentimentos, mas saber dar valor aos seus próprios sentimentos, deixar pra trás tudo que te empurra pra baixo. Obrigada, Isa! ❤ 

“Aprendi que todas as pessoas são certas. Isso mesmo.Todas as pessoas que passam na nossa vida são, de alguma forma, certas e necessárias. Ali, naquele momento. Você precisa passar por elas para aprender alguma coisa.”

Enfim, isso é tudo que tenho a dizer. Comprem, leiam, devorem, guardem e releiam sempre, porque vale a pena. Qualquer dúvida ou se quiserem perguntar algo que esqueci de dizer sobre o livro podem perguntar nos comentários que responderei com um prazer imenso. Espero do fundo do coração que tenham gostado da resenha, e podem apostar que teremos muitas outras ainda. ❤

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