Palavras soltas ao vento: O recomeço que nos torna livres

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Quantas vezes podemos apertar o recomeçar antes do game over? Talvez quantos recomeços existam dentro de nós. Começar de novo parte do erro, da insatisfação, da vontade do novo, e ao contrário do que insistem em dizer, não é proibido. Na verdade, é necessário. Imagine só se nunca tivéssemos recomeçado. Se nunca tivéssemos insatisfeitos com nossos atos, com nossas vidas, conosco mesmo. Estaríamos ainda parados, estáticos, conformados com uma vida mais ou menos, com uma auto estima mais ou menos, com uma rotina mais ou menos. E deixa eu te contar um segredo: não nascemos para sermos mais ou menos. Nascemos para sermos mais, para buscarmos o mais. Cada qual com o seu mais, o importante é correr atrás, é se convencer de que precisa do mais e lutar por ele. Recomeçar é se decidir, se encher de esperança e acreditar na diferença. É se arrepender, se perdoar e perdoa-los, seja lá o que eles tenham feito. O mundo não pode mais ser o mesmo depois de um recomeço, ele tem que ser visto de uma maneira nova, que faça bem ao coração. Ninguém é tão pleno que não precise recomeçar, que não precise se reencontrar entre tantos erros. Dar uma nova chance a si mesmo pode ser o que esteja faltando para tudo começar a ser melhor. Para isso é preciso limpar a alma, olhar para dentro de si e te acolher como amigo. É preciso ter coragem de enfrentar as dificuldades do novo e determinação para não desistir. É preciso que abandone as mágoas, as raivas, os desamores e as reclamações. E principalmente, é preciso que se lembre a cada novo amanhecer, que todo ser humano enfrenta lutas dentro de si, as quais muitas vezes não conhecemos, por isso todos merecem ser tratados com respeito e amor. Fazer o mal envelhece a alma, assim como fazer o bem a rejuvenesce. Moralismos de lado, aqui estamos tentando ser melhores. Talvez conseguiremos, talvez morreremos tentando. O importante mesmo é que tentamos, e de tanto tentarmos nos transformamos. Um dia a gente alcança a plenitude de uma alma limpa. – Escrito por: Rebeca Chaves

 

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