Palavras soltas ao vento: Dia da pátria que ama.

As facetas dos solitários foram desvendadas pelos corajosos. Que ousaram ir além dos próprios horizontes. Que se desacomodaram do comodismo matinal e optaram por ir atrás de quem implorava por um bom dia. O amor brotou nos corações duros de pedra e quebraram as barreiras, os rótulos e os preconceitos. O mundo todo deu a mão e anunciou que hoje era dia de sermos o que nunca fomos, de almejarmos o que sempre esperamos. O mundo então gritou: seja feita a pátria não apenas amada, mas a pátria feita dos que amam. – Escrito por: Rebeca Chaves

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